Se me querem deixar feliz, mesmo muito feliz, é aproveitarem todas as desculpas possíveis para me oferecerem livros. No Natal, no meu aniversário, no Dia das Crianças, todos os dias pares, todos os dias ímpares…lol

Muitas vezes deito tarde porque fico a ler. Aproveito as horas de almoço solitárias para ler. Enquanto espero qualquer coisa, em qualquer lugar, leio. Quando estava a estudar no secundário, antes de entrar na universidade, acordava às seis ou seis e meia da manhã, para ficar uns vinte ou trinta minutos a ler na cama antes de me preparar para ir para a escola. Sim, sou maluca, eu sei…

Muitas vezes leio dois ou três livros ao mesmo tempo, e mais as revistas semanais ou mensais que compro. Ou seja, muitas vezes os mundos literários mistura-se e dão umas coisinhas bem estranhas na minha cabeça.

Podem imaginar o mundo alternativo que sai da minha mente nestes últimos tempos? Ora misturem lá isto:

"Um Certo Oriente" de António José Rodrigues

Este livro é muito bom, é o resultado da compilação de várias crónicas escritas pelo autor para a sua coluna no jornal  Semanário, que nos dão a conhecer um certo oriente, tal como nos diz o título.

Um excerto do prefácio do livro, por Alexandre Guerra:

Os tempos que se vivem, conturbados mas interessantes, permitem-nos vislumbrar um mundo árabe para além daquele que a visão ocidental foi criando ao longo dos séculos. E não se trata de um exercício de revisionismo histórico, porque para isso tinha de assumir-se que haveria uma história árabe consignada nos compêndios europeus. Efectivamente, os árabes não fizeram parte da história mundial eurocêntrica que nos foi ensinada e que prevaleceu até à idade contemporânea. Hoje, porém, vários são os académicos e investigadores que tentam refundar o papel daquele povo na história da Humanidade a partir da matriz árabe e não da ocidental.”

Microtendências, de E. Kinney Zalesne, Mark J. Penn

Sinopse da Wook:

“Em Microtendências, o mais conhecido analista norte-americano detecta 75 pequenas mudanças que estão a transformar o mundo em que vivemos. Há cada vez mais pessoas que odeiam apanhar sol. Ou mulheres que se envolvem em relações no local de trabalho. Cada uma dessas tendências corresponde a um segmento de população definido e em crescimento, cujos desejos estão à espera de serem correspondidos. Mark J. Penn mostra quais os nichos de mercado existentes e oferece um retrato completo de uma sociedade em vertiginosa transformação.”

By the way, segundo a página do facebook da Microtrends, o meu perfil encaixa com as seguintes tendências:

Young Knitters

Interracial Families

Green Workers

Sun Haters

Caffeine Crazies

E realmente, depois das imensas perguntas que tive que responder, os resultados são mesmo muito coerentes!!!!

E por fim…também ando a ler:

Sobre este não preciso dizer nada, pois não????